30/12/2020 às 20h25
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Ascom
Oeiras / PI
Um vírus, SARS – CoV-2 (Coronavírus), uma doença denominada COVID-19, e uma Pandemia que assolou o mundo todo, e que vem sendo subestimada pelo atual Presidente brasileiro mesmo já tendo vitimado mais de 190 mil pessoas até o momento no nosso País, este é o cenário do ano 2020. E em meio a toda essa situação, o Brasil vem atravessando também graves crises: Políticas, Sociais, Econômicas e Ecológicas: Uma Floresta considerada o pulmão do mundo sofrendo exploração ilegal, passando por queimadas intensas, várias espécies da fauna e da flora ameaçadas de extinção, um Instituto sério de pesquisas (INPE) sendo alvo de críticas e desconfianças por parte de um governo que se nega a assumir um compromisso com a preservação ambiental e que apoia abertamente a intensificação do agronegócio em nome de uma economia em que poucos se beneficiam e que promove ainda mais a desigualdade social. A exemplo, recentemente passamos por um reajuste incontido de produtos básicos das nossas refeições, enquanto ainda acompanhamos uma taxa elevada de desemprego no nosso País e um beneficio social que já se encerra este mês de Dezembro. O que não se entende no Brasil, é que o pobre precisa pagar a conta de uma forma injusta e desproporcional, e ainda que, apesar da inflação e do déficit nos cofres públicos, os nossos representantes (políticos) continuam a se beneficiar do dinheiro público com seus salários supervalorizados, auxilio moradia, jatinhos particulares, vários funcionários à sua disposição e até auxilio paletó para estar apresentável. Seria essa uma crise econômica ou uma Crise humanitária?
No nosso famoso sistema político de troca de interesses, a política do toma lá da cá se evidenciou em meio à grande crise em que atravessamos com a troca descabida de ministros que não satisfaziam à linha de pensamento do atual governo que aí está, há um constante embate do nosso Presidente com governadores pela maneira cautelosa e responsável como estes vêm se posicionando no enfrentamento à atual situação de crise sanitária em seus respectivos estados. Chega a ser vergonhosa a incitação à violência, o desrespeito com os veículos de comunicação e à imprensa de forma geral. A nossa Constituição Federal ferida, as redes sociais se tornaram palco de troca de farpas e Paralelamente o desmonte das políticas públicas e o ataque às ONGs também foi uma preocupação do atual governo.
Encerrando um ano difícil, que o atual cenário nos leve a refletir e nos imponha sobre a importância de tomarmos uma postura responsável na escolha dos nossos representantes políticos sob a responsabilidade de estarmos também definindo o futuro de toda uma nação não apenas em quatro anos, mas por longos anos dependendo do impacto das ações e atitudes tomadas.
Redação e Postagem: Madalena Vieira
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